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quinta-feira, 2 de novembro de 2017

ANATOMIA DO SISTEMA REPRODUTOR FEMININO



O sistema reprodutor feminino, também denominado aparelho reprodutor feminino, é constituído por dois ovários, duas tubas uterinas (trompas de Falópio), um útero, uma vagina e uma vulva. Além de ser responsável pela produção de hormônios sexuais e gametas, o sistema reprodutor feminino é o receptáculo da fecundação, possibilitando o desenvolvimento do feto em seu interior, pelo período de nove meses.

OVÁRIOS

Os ovários são duas pequenas glândulas, em forma de amêndoas. Localizados no abdome, à direita e à esquerda do útero, exercem duas funções. A primeira consiste na produção dos hormônios estrógeno e progesterona, que regem o desenvolvimento e o funcionamento dos demais órgãos genitais e que são responsáveis pelo desenvolvimento dos caracteres femininos secundários. A segunda função é a produção de óvulos.

TROMPAS DE FALÓPIO

As Trompas de Falópio, também chamadas ovidutos, são os canais que ligam cada ovário ao útero e através dos quais o óvulo caminha até lá. A porção medial de cada uma das trompas abre-se no interior do útero, razão por que é chamada de porção intramural. A extremidade lateral da trompa, chamada porção ampular, é dilatada e abre-se diretamente na cavidade abdominal, em forma de funil de bordas franjadas, como um lírio.
A trompa é revestida pelo peritônio e sob ele seguem-se 1 ou 2 mm de camada muscular, que exerce movimentos peristálticos semelhantes aos do intestino. São esses movimentos que empurram o óvulo, através da trompa, do ovário até o útero.
Contribuem para isso os pequenos duos vibráteis de que são dotadas as células das pregas mucosas da trompa. E no interior da trompa, durante a migração para o útero, que o óvulo é fecundado por um dos espermatozoides que vão ao seu encontro.

ÚTERO

O útero é o órgão da gestação e do parto. Tem o formato de uma pêra, entortada em sua parte mais fina. Essa porção mais delgada é o colo do útero; a parte mais volumosa é o corpo. Colo e corpo são separados por uma cintura, o istmo.

VAGINA

A vagina é órgão de copulação da mulher, é um canal muscular que se estende até o útero. Possibilita a eliminação do sangue menstrual para o exterior e forma parte do canal do parto. A constituição músculo-elástica das paredes lhe confere grande elasticidade e alguma contratilidade.

VULVA

A vulva é o conjunto de formações externas que protegem a vagina e o orifício urinário e que colaboram na copulação. É formada pelos grandes lábios, pequenos lábios, clitóris, vestíbulo vaginal e orifício vaginal.


O vídeo a seguir ilustra o sistema reprodutor feminino e cada órgão que o constitui.


APLICAÇÃO DIDÁTICA: O conteúdo pode ser trabalhado no ensino médio bem como no ensino superior. Em ambos os casos durante uma aula sobre sistema reprodutor. Ao final do conteúdo pode-se utilizar o vídeo, ele pode ser aproveitado como fixação do conteúdo e para uma melhor visualização de cada órgão integrante do sistema.

Disponível em: <https://www.todoestudo.com.br/biologia/sistema-reprodutor-feminino>. Acesso em: 02 nov 2017. 



Disponível em: <https://www.youtube.com/watch?v=LtHKtT4ldVI>. Acesso em 02 nov 2017.








MENINAS QUE VIRAM HOMENS


Imagine-se em um contexto onde você é uma menina de doze anos e está cursando o ensino fundamental, a sua infância foi tranquila como a de qualquer outra menina. Porém você percebe que seu corpo começa a sofrer mudanças distintas das de suas amigas, você começa a se interessar por brincadeiras mais ativas que geralmente são praticadas por meninos. As pessoas ao seu redor começam a criticar algumas atitudes suas, mas nem você entende o que realmente está acontecendo. Você sente que está no corpo errado.
Atualmente um texto como esse acima seria encarado como apenas mais um trecho de alguma abordagem sobre questões de gênero. Mas nesse caso a questão é diferente, situações como essas são comuns em certa região da Republica Dominicana onde os meninos nativos sofrem de uma disfunção genética em que a descida dos testículos é retardada por anos, fazendo com que essas crianças realmente sejam criadas como meninas por boa parte da sua vida e só venham a ganhar o órgão masculino por volta dos doze anos de idade. Aposto que você deve estar se perguntando “como assim?!”, calma vou explicar:



Normalmente quando uma pessoa é concebida, ela tem um par de cromossomos X para o sexo feminino e um par de cromossomos XY para o sexo masculino. Nas primeiras semanas de gestação o sexo ainda não é definido. Então, por volta da oitava semana, os hormônios sexuais aparecem. Se for menino o cromossomos Y induz suas gônadas a virarem testículos que fornecem testosterona para uma estrutura chamada tubérculo, onde ela é sintetizada em um hormônio mais potente chamado dihidrotestosterona. Este hormônio passa a transformar esse tubérculo em um pênis. Em contrapartida, se for uma menina o corpo não produzirá di-hidrotestosterona e o tubérculo vira o clitóris.
Já no caso dessas crianças conhecidas como Guevedoces, há uma deficiência em uma enzima chamada 5- alfarredutase, que faz a conversão da testosterona. Ou seja, apesar de terem os cromossomos XY os meninos parecem ser meninas. Isso só vai mudar na puberdade em que eles recebem uma segunda onda de testosterona, dessa vez responsável pelo crescimento de músculos, descida dos testículos e pênis. Na maioria dos casos, os novos órgãos funcionam normalmente, proporcionando uma vida masculina normal, são poucos os casos que preferem continuar com características femininas e optam por cirurgias de mudança de sexo.



Guevedoces - Final from Leandro Manso on Vimeo.

Nesse vídeo podemos ver um pequeno trecho de um documentário da BBC sobre os Guevedoces.
A aplicabilidade desse conteúdo em sala de aula pode ser explorada das mais diversas maneiras, seja pela suas peculiaridades no fator biológico. Ou até mesmo em atividades interdisciplinares, em que questões relacionadas a gênero que tem tomado grande espaço nas discussões escolares. Em sua grande maioria, palestras repassadas aos jovens trazem somente bases de caráter social e psicológico, ignorando fatores biológicos que são totalmente naturais aos seres humanos e necessários para sua compreensão como espécie. Sendo eles: a formação da sexualidade de um feto, as funcionalidades de determinadas estruturas em ambos os sexos 0 e até mesmo exemplos de casos como os Guevedoces. Creio que assuntos como esses são muito ricos para serem utilizados não apenas em uma aula de biologia, podendo contribuir imensamente em outras áreas.


Disponível em:<https://vimeo.com/145344626>.Acesso em: 01 de nov. 2017.

QUAL A IMPORTÂNCIA DOS RINS?


Os rins são dois órgãos localizados ao lado da coluna vertebral, abaixo das últimas costelas. Tem o mesmo formato de um feijão e medem em torno de 10-12 cm. Ligados a eles existem os ureteres, que são como pequenos canos que levam a urina até a bexiga. Apesar do pequeno tamanho, são de fundamental importância para o bem estar do organismo. Para isto, eles possuem três funções principais:
-> Filtrar o sangue: Através da filtração são eliminadas substâncias tóxicas, que são resultantes do metabolismo corporal, como uréia e creatinina, que são eliminados na forma de urina;

-> Produzir hormônios: que atuam na formação de glóbulos vermelhos (relacionado a anemia), no metabolismo do osso (auxiliando a absorção de cálcio e fortalecimento do osso) e no controle da pressão arterial;

-> Manter o equilíbrio entre água e sais no organismo: importante no controle da quantidade de liquido corporal e da pressão arterial, entre outros.
Se a lista de funções renais é grande, o número de encrencas a que o órgão está sujeito não é menor. Segundo a Sociedade Brasileira de Nefrologia, 12 milhões de brasileiros sofrem de algum desses males, como cálculos, inflamações, infecções, sendo que sete em cada dez vítimas nem sequer desconfiam. Uma ameaça e tanto, já que muitos deles, quando se repetem, podem levar à doença renal crônica (DRC).
A DRC destrói progressiva e irreversivelmente as estruturas que filtram o sangue dentro dos rins os néfrons. No órgão sadio há nada menos do que 1 milhão deles. Quando são dizimados, a saída passa a ser a hemodiálise, a filtragem artificial do sangue. No Brasil, 2 milhões de indivíduos dependem dela para viver.



APLICAÇÃO DIDÁTICA: Este material pode ser utilizado em uma aula sobre sistema urinário, o qual o rim faz parte, citado a sua importância  e quais doenças estão evolvidas com esse órgão, como por exemplo a DRC.

Imagem Disponível:< https://saude.abril.com.br/bem-estar/cuide-bem-de-seus-rins/> Acesso em 01\11\2017
Disponível em:< http://renalvida.org.br/noticia/102-a-importancia-dos-rins/#> .Acesso em 01/11/2017.
Disponível em:< http://renalvida.org.br/noticia/102-a-importancia-dos-rins/#> .Acesso em 01/11/2017.

quarta-feira, 1 de novembro de 2017

SISTEMA URINÁRIO



    O Sistema Urinário é responsável pela produção e eliminação da urina, possui a função de separar do sangue as substâncias nocivas e de eliminá-las sob a forma de urina. O sistema é composto por dois rins e pelas vias urinárias, formada por dois ureteres, a bexiga urinária e a uretra.
   - RINS
  Situados na cavidade abdominal, na região lombar, um de cada lado da coluna vertebral. Os rins realizam o trabalho principal do sistema urinário, com as outras partes do sistema, atuando principalmente, como vias de passagem e áreas de armazenamento. Com a filtração do sangue e a formação da urina, os rins contribuem para a homeostasia dos líquidos do corpo de várias maneiras.
   - URETERES
  São dois tubos que transportam a urina dos rins para a bexiga.  Descendo obliquamente e medialmente, o ureter percorre por diante da parede posterior do abdome, penetrando em seguida na cavidade pélvica, abrindo-se no óstio do ureter situado no assoalho da bexiga urinária. Em virtude desse seu trajeto, distinguem-se duas partes do ureter: abdominal e pélvica. Os ureteres são capazes de realizar contrações rítmicas denominadas peristaltismo.
   - BEXIGA
  A bexiga urinária funciona como um reservatório temporário para o armazenamento da urina. Órgão muscular elástico, uma espécie de bolsa, que está situada na parte inferior do abdome com a função de acumular a urina que chega dos ureteres. Portanto, a bexiga recebe e armazena temporariamente a urina e quando o volume chega a mais ou menos 300 ml, os sensores nervosos da parede da bexiga enviam mensagens ao sistema nervoso, fazendo com que tenhamos vontade de urinar.
     A capacidade média da bexiga urinária é de 700-800 ml; é menor nas mulheres porque o útero ocupa o espaço imediatamente acima da bexiga.
   - URETRA
  A uretra é um tubo que conduz a urina da bexiga para o meio externo, sendo revestida por mucosa que contém grande quantidade de glândulas secretoras de muco. A uretra se abre para o exterior através do óstio externo da uretra. A uretra é diferente entre os dois sexos.
 



Disponível em: <http://biologianet.uol.com.br/anatomia-fisiologia-animal/sistema-urinario.htm>. Acesso em: 01 de out. de 2017

APLICAÇÃO DIDÁTICA: O conteúdo pode ser utilizado em uma aula de sistema urinário com uma turma de 9° ano e ensino médio, onde o professor apresenta a anatomia do sistema e quais são as principais funções dos órgãos e vias que o compõe. A imagem pode auxiliar na explicação do professor e na melhor compreensão dos alunos.

Disponível em: <http://www.anatomiadocorpo.com/sistema-urinario/>. Acesso em: 01 de out. de 2017
Disponível em: <http://ulbra-to.br/morfologia/2011/08/17/Sistema-Urinario>. Acesso em: 01 de out. de 2017
Disponível em: <https://www.todamateria.com.br/sistema-urinario/>. Acesso em: 01 de out. de 2017
Disponível em: <http://www.sobiologia.com.br/conteudos/Corpo/excrecao2.php >. Acesso em: 01 de out. de 2017


ENTENDA O SISTEMA URINÁRIO COM UMA MAQUETE


O sistema urinário, possui um conjunto de órgãos que tem como função produzir e eliminar a urina. É constituído pelos rins, ureteres, bexiga urinária e uretra.
O rim é formado por dois órgãos em forma de grão de feijão, responsáveis por filtrar o sangue e formar a urina, os ureteres, que são ductos musculares, irão conduzir a urina dos rins para a bexiga, quando a urina chegar na bexiga, ela será armazenada temporariamente ali. A partir de 300 ml de urina armazenada, o músculo estendido da bexiga estimula os receptores sensitivos para que ocorra a micção. O órgão responsável pela micção é a uretra, constituída por um tubo muscular que conduz a urina do colo da bexiga ao óstio externo.  

APLICAÇÃO DIDÁTICA:  O vídeo pode ser usado como base para a montagem da maquete, os alunos, em uma aula de fisiologia e anatomia humana de ensino médio, podem montá-la com auxílio do professor, utilizando materiais de baixo custo e até recicláveis. Na maquete, é possível observar como o sistema funciona urinário, utilizando um liquido para simular a urina. Tudo para tornar o aprendizado mais interessante e fácil.

Disponível em:  MILLÉO, Julianne. Manual teórico-prático de anatomia humana.

Disponível em: < https://www.youtube.com/watch?v=jL7d99l3yP8>. Acesso em: 01 outubro. 2017

Como ocorre a ovulação?


Usar imagens e vídeos para complementar e revisar aulas, sempre foi uma boa ideia. Navegando na Internet, encontrei um vídeo bem simples explicando como ocorre a ovulação, um assunto de extrema importância sobre a reprodução humana.
O vídeo explica todo o processo e também engloba outras partes do corpo, como a hipófise (glândula pituitária), hipotálamo e como o corpo reage à liberação de hormônios, nesse caso o estrogênio.
Mesmo sendo curto, o vídeo explica o desenvolvimento dos folículos e a liberação de estrogênio para a formação do endométrio no útero; como o hormônio influencia no funcionamento do corpo, enviando mensagens para o momento certo da liberação do óvulo já maduro; menciona também as contrações das trompas e quanto tempo um óvulo permanece no corpo da mulher.


APLICAÇÃO DIDÁTICA: esse vídeo pode ser usado no final de uma aula sobre os órgãos reprodutores femininos e ciclo menstrual, a fim de ilustrar passo a passo do processo da ovulação, esse conteúdo é visto tanto no ensino fundamental quanto no ensino médio.

Disponível em: <https://youtu.be/AvYFm3MXpQM> Acesso em: 31 de Out. 2017.

terça-feira, 31 de outubro de 2017

ENTENDENDO SOBRE AS PEDRAS NOS RINS



A pedra no rim, ou cálculo renal, é uma massa que se assemelha à uma pedra, que pode se formar em qualquer local do sistema urinário, geralmente nos rins.
Pode ser eliminada naturalmente, sem nenhum sintoma, mas é comum vir acompanhada de intensa dor,sangramento e queimação ao urinar.
Mas como tratar o cálculo renal?
O paciente deve permanecer em repouso e ingerir muita água, juntamente com remédios de ação anti-inflamatório e antiespasmódica, e para dor.
O que causa a pedra no rim?
A principal causa da pedra no rim é em função do cálcio do nosso organismo se ligar com outras substâncias, como oxalatos e carbonatos, formando uma "pedra" muito dura. Podem ocorrer também pelo acúmulo de ácido úrico, ou ligados à fatores genéticos (pedras de cistina). A falta de um consumo regular de água pode afetar drasticamente a formação de um cálculo renal, aumentando sua probabilidade de formação. Atletas que consomem suplementos alimentares devem atentar para o consumo de água, que deve ser alto.
            

APLICAÇÃO DIDÁTICA: O professor, em uma aula do oitavo ano do ensino fundamental, quando trabalhar com sistema urinário, pode abordar o assunto de pedras nos rins, a fim de chamar atenção para a aula, bem como alertar para os alunos, os maus hábitos que podem gerar esse problema dolorido.

 Imagem disponível em <https://www.tuasaude.com/pedra-nos-rins/>

Acesso em 30/10/2017 às 13:12

Infecção urinária: o mal frequente


             A infecção urinária, ou também chamada de infecção no trato urinário, trata-se de um quadro infeccioso e ocorre em qualquer parte do sistema urinário, tais como: nos rins, na bexiga, uretra e ureteres. Porém, é mais comum na parte inferior do trato urinário, onde fazem parte a bexiga e a uretra. 
                                                                




            Ao falarmos sobre os tipos, causas e sintomas da infecção urinária devemos levar em consideração o local da infecção, sendo que existem quatro tipos de infecção: cistite- infecção na bexiga, uretrite- na uretra, pielonefrite- nos rins, e a infecção nos ureteres.
            As causas podem variar com relação ao local desse quadro infeccioso. As situações mais comum de infecção urinária são a cistite e a uretrite, que afetam a bexiga e a uretra.
            É necessário tomar muita atenção com esses principais fatores de risco para a contração da infecção urinária: em casos que a uretra é menor, como no sistema reprodutor feminino, ou seja, o caminho que a bactéria precisa percorrer para chegar até a bexiga é menor.

            Apresentar algum tipo de bloqueio no trato urinário, como pedra nos rins e aumento da próstata. Segurar a urina, pois após muito tempo parada na bexiga facilita a proliferação de bactérias. Ter vida sexualmente ativa- os espermicidas, substâncias responsáveis por matar os espermatozoides, modificam a flora vaginal, deixando as mulheres mais suscetíveis à ação maléfica das bactérias, (nesse caso uma das alternativas é procurar camisinhas sem o tal espermicida ou que tenham a substância na parte interna). Sistema imunológico frágil, impedindo que as defesas do corpo atuem propriamente, facilitando a entrada de bactérias que causam infecções. 
          Os sintomas mais frequentes de infecção urinária são: ardência muito forte ao urinar; frequente necessidade de ir ao banheiro, mesmo após ter recém urinado; urina escura e as vezes acompanhada de sangue, além de odor forte; dor pélvica; incontinência urinária.
          Caso seja percebido alguns desses sintomas é necessário procurar um médico, para diagnosticar com certeza é preciso fazer alguns exames, um exemplo é o exame de urina, que é o mais frequente, a urina é analisada a procura de leucócitos e traços de sangue, sinais de infecção
          O tratamento de infecções urinárias varia muito de um tipo para o outro. Mas geralmente é feito à base de antibióticos.

Aplicação didática: abordando o sistema urinário para alunos do 8° ano do ensino fundamental, é de extrema importância dar conhecimento aos alunos a respeito da infecção que pode ocorrer no trato urinário, assim alertando também as causas. Além disso, pode atrair mais a atenção dos alunos para a aula, que estarão presos ao tema da matéria e ganhando mais conhecimentos.